Em um mundo quase perfeito as pessoas falarão de sexo com
naturalidade e os jovens poderão aprender sobre o ato nas escolas para que
assim suas relações possam ser mais conscientes, pois com a informação a escolha
ganha da dúvida.
O sexo não será mais um tabu, e o patriarcado não terá mais
influência sobre crianças e jovens. A virgindade não será mais vista como algo
santificado. A sociedade irá parar de cobrar isso de nós. Ser humano, com seus
erros e acertos, será algo bem visto e admirado por todos para que assim morram
os julgamentos.
Os julgamentos serão abominados pela sociedade e o
acolhimento da individualidade reinará. Garotas não se sentirão sexualmente
ameaçadas por homens, ou mesmo por outras mulheres, enquanto os pais não forçarem
seus filhos garotos a perderem a virgindade em prostíbulos. O tempo de cada um
será respeitado. Não há pressa no mundo quase perfeito. Além disso, mulheres
também não precisarão mais vender seus corpos vazios, sem vida, por uma ou duas
horas. Isso não será mais visto como algo com alguma serventia, visto que o
sexo será única e exclusivamente reciprocidade. Nesse sexo não caberá egoísmo,
objetificação ou mesquinharia.